Aqui há tempos reparei que havia muita gente a usar os seus tablets ou smartphones para ler. Nos últimos tempos as coisas mudaram ligeiramente. Acho que desde o início de Setembro ainda só vi pessoas a jogarem Candy Crush ou afins.
Porquê? Estavam a ir no bom caminho. Podia ser 50 Shades of Grey mas liam. Agora olha, parece que os docinhos a desaparecer são mais interessantes...
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
terça-feira, 29 de setembro de 2015
L'Amour
Nos transportes também se criam paixões. Aliás, conheço quem tenha recebido cartas de admiradores aleatórios dos transportes (best part: not even joking!).
Quando dois comboios vão próximos e dá para vermos as pessoas como se fossem ao nosso lado de vez em quando há dois pares de olhos que se cruzam, e que arrastam sorrisinhos enquanto os comboios vão lado a lado.
Depois criam-se as páginas de "Vi-te algures" a ver se se encontram. Ao menos que tentem, pode ser que a CP vire casamenteira.
Quando dois comboios vão próximos e dá para vermos as pessoas como se fossem ao nosso lado de vez em quando há dois pares de olhos que se cruzam, e que arrastam sorrisinhos enquanto os comboios vão lado a lado.
Depois criam-se as páginas de "Vi-te algures" a ver se se encontram. Ao menos que tentem, pode ser que a CP vire casamenteira.
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
Fugir?
Toda a gente anda de transportes públicos. Há ricos, há pobres, há brancos, há pretos, há olhos verdes, olhos azuis, olhos pretos.. Há de tudo!
Engraçado é que há pessoas que não sabem lidar com as diferenças que têm à volta. Torna-se curioso ver algumas pessoas a fugir de alguma coisa.
Pessoal que se levanta porque ao lado está alguém com a música aos berros? Legítimo. Pessoal que se levanta, ou vai para outro sitio, porque um uma pessoa em específico se senta ao lado, nem tanto.
Isto tanto acontece com a questão branco/preto (para ambos os lados) como para outras situações. Só gostava de ver esta gente em dia de greve nos serviços mínimos, quando vai tudo coladinho... Aí não fugiam, e era muito mais engraçado.
Engraçado é que há pessoas que não sabem lidar com as diferenças que têm à volta. Torna-se curioso ver algumas pessoas a fugir de alguma coisa.
Pessoal que se levanta porque ao lado está alguém com a música aos berros? Legítimo. Pessoal que se levanta, ou vai para outro sitio, porque um uma pessoa em específico se senta ao lado, nem tanto.
Isto tanto acontece com a questão branco/preto (para ambos os lados) como para outras situações. Só gostava de ver esta gente em dia de greve nos serviços mínimos, quando vai tudo coladinho... Aí não fugiam, e era muito mais engraçado.
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
Soninho!
Eu ando-me a arriscar a não chegar a casa um dia destes. Mas o sono quando bate... O embalo dos carris e tal... Ah...
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
Horas de meio
Andar de transportes públicos durante as horas de maior afluência costuma ser um desafio curioso!
Nos últimos tempos não tenho precisado de andar por essas horas, conseguindo apanhar horas mais mortas. Mas primeiro ponto: nunca há horas verdadeiramente mortas! Há sempre gente, e não é pouca! Segundo ponto: é tão mais agradável. Não ir encostada a montes de estranhos ou com medo de sacar de um qualquer livro pelo risco de ter algum tractor que me atropele e dobre o livro todo.
Ah, mordomias!
Nos últimos tempos não tenho precisado de andar por essas horas, conseguindo apanhar horas mais mortas. Mas primeiro ponto: nunca há horas verdadeiramente mortas! Há sempre gente, e não é pouca! Segundo ponto: é tão mais agradável. Não ir encostada a montes de estranhos ou com medo de sacar de um qualquer livro pelo risco de ter algum tractor que me atropele e dobre o livro todo.
Ah, mordomias!
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
1984
Dizem os cartazes espalhados que a partir de dia 1 de Outubro a CP vai por multas a quem não validar o título de transporte, seja cartão ou passe.
Ora bem, expliquem-me, por favor, porque raio é que posso ser multada por usar um serviço ao qual tenho livre acesso?
Quer dizer, eu pagando o meu passe, e fazendo a minha vidinha a enfiar-lhes dinheiro em orifícios bem cheios, ainda posso ter de pagar mais porque não passei o cartão numa maquineta que muitas das vezes nem bem localizada está?
Se tiver pressa de chegar a casa tenho de perder aquele comboio que ia apanhar à rasquinha para ir fazer um bip?
Porquê?
Sinto-me ligeiramente perseguida, se calhar, não?
Se houver uma desculpa legítima, por favor, elucidem-me! É que assim sinto só que me estão a querer controlar todo e qualquer movimento sem ter sequer opção de fugir...
Ora bem, expliquem-me, por favor, porque raio é que posso ser multada por usar um serviço ao qual tenho livre acesso?
Quer dizer, eu pagando o meu passe, e fazendo a minha vidinha a enfiar-lhes dinheiro em orifícios bem cheios, ainda posso ter de pagar mais porque não passei o cartão numa maquineta que muitas das vezes nem bem localizada está?
Se tiver pressa de chegar a casa tenho de perder aquele comboio que ia apanhar à rasquinha para ir fazer um bip?
Porquê?
Sinto-me ligeiramente perseguida, se calhar, não?
Se houver uma desculpa legítima, por favor, elucidem-me! É que assim sinto só que me estão a querer controlar todo e qualquer movimento sem ter sequer opção de fugir...
terça-feira, 22 de setembro de 2015
E aqui se vê o povo
O típico tuga gosta de se queixar, e não é coisa pouca. Mas é curioso como se vê as opiniões do público em geral em relação àquilo que se vai passando nas "televisões".
Hoje tive à minha frente um grupo de pessoas, completos desconhecidos que por acaso se encontraram ao lado uns dos outros num transporte público específico a uma hora. Por algum motivo começaram a falar dos debates políticos que foram acontecendo e foi estupidamente interessante ver as opiniões e sensações que aquelas pessoas tinham sobre que se anda a passar. A experiência dos anos estava ali, o saber do que se fala estava naqueles estranhos que se encontraram e reconheceram ideologias nos restantes.
A carruagem foi inundada por pequenas conversas originadas por aquele pequeno grupo. Duas a duas outras pessoas, outra vez desconhecidas, comentavam "Realmente, aquele senhor tem razão" e complementavam com a sua própria ideia e a sua própria história.
Era isto que havia de estar os debates, podia ser que alguém ouvisse alguma coisa!
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