terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Staring people

Eu tenho noção que às vezes pode passar por mim alguém que por algum motivo me chama a atenção e paro os olhos nela por mais do que dois segundos. Mas assim que passa o limite dos 5 segundos já chega, está mais do que vista e é tempo de seguir em frente com a vida. Por muito peculiar que a pessoa possa ser.

Agora, há pessoas que não se contentam com 5 segundos. Muito menos se contentam em olhar uma só vez. Há pessoas que por algum motivo são capazes de passar uma viagem inteira a olhar para uma pessoa em específico. Eu não gosto, de todo, quando isso acontece comigo. Conheço aquela pessoa e devia ter dito alguma coisa? Estou vestida de maneira estranha? Tenho um pedaço gigante de alface preso nos dentes?

É desconfortável, aquela atenção toda de uma pessoa que nunca vi na vida atrofia-me. Não me façam isso. Vá lá ...

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Mudança de horários de transportes

Estes sim são piores. Porque ficamos com os horários bem assentes na cabeça, já sabemos a que horas, durante todo o dia, e com as diferenças entre semana e fim de semana. E depois tumbas! Ah, vamos mudar os horários. Isso é que mata uma pessoa..

São horas e horas de trabalho. São muitos dias a perder o comboio por segundos. É muito tempo investido nesse conhecimento. Um trabalho dessa escala não pode ser assim desprezado e espezinhado. Vá lá que a sério e a destruir-me completamente o esquema só me aconteceu uma vez mas ainda estou traumatizada.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Mudanças de horários

Quando por algum motivo temos de mudar os nossos hábitos há sempre coisas que nos fazem comichões. No meu caso os horários dos transportes que apanho também é um desses casos. Se eu sei que tenho de me levantar às X horas para estar às Y horas no sítio onde quero mas agora me mudam o Y isso obriga-me a mudar o X e tudo o que se ajusta com ele. Porque é que as coisas não se mantém fixas, assim os ciclos não se desequilibravam. Com as mudanças anda sempre tudo desregulado...

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Entradas, são só entradas

Quando estamos à espera muitas das vezes forma-se uma fila, como é normal, para entrar no respectivo veiculo por ordem de chegada, como faz sentido. Há uma boa parte da população que não percebe o conceito, o que é uma pena.

É simples, eu explico: eu chego primeiro, eu entro primeiro. A pessoa que chegou a seguir a mim, entra a seguir a mim. Se foi a última pessoa a chegar imagine quando entra? Em último, exactamente. Não é dificil pois não? Então parem de me empurrar e de me passar à frente!

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Frio e mais frio

E quando temos de esperar muito tempo? E se isso coincidir com o inverno mais rigoroso que conhecem?

Deixo a pergunta enquanto vou descongelar os dedos!

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Quão estranho é?

Ainda um pouco naquilo que falei ontem dos lugares até que ponto vamos mesmo para o lugar queremos - por panca, para apanhar sol, o que for?

Porque imaginemos a situação: comboio vazio e o meu lugar está vazio. MAS há uma pessoa sentada no lugar imediatamente ao lado.

Situação desconfortável de ir sentar-me mesmo ao lado da única pessoa no comboio - ainda acha que me estou a fazer a ela - ou não ir para o meu lugar?

Eu sei que eu cedo o meu lugar numa situação assim mas não sei até que pontos todos o farão ...

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Lugares há muitos seu palerma!

Qualquer transporte tem vários lugares disponíveis mas nós insistimos que gostamos de ir num lugar específico - eu pelo menos sei que tenho essa panca e noto que não sou a única.

É parvo e não te sentido mas that's my spot. Não precisa de fazer sentido.